Seqüência dos Dinos


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"Se rugas têm de ser escritas na testa, não permita que se inscrevam no coração. O espírito jamais deve envelhecer" James Abram Garfield

Sábado, Novembro 14, 2009

Folhinha do Sagrado Coração de Jesus




Quem é do tempo em que a Cleópatra tinha medo de cobra, como é o nosso caso, há de lembrar da Folhinha do Sagrado Coração de Jesus, editada pela Editora Vozes. Na casa da minha tia, era sagrado: todo início de ano ela estava pendurada na parede do corredor e eu era o encarregado de tirar a pagela (como chamavam cada folha diária do calendário), revelando o dia em que estávamos.
Aliás, no tempo em que eu morei com meus tios, no bairro carioca da Piedade, ela não se chamava “Folhinha”. Era “Almanaque do Sagrado Coração de Jesus”. Isso porque cada pagela trazia diversas informações e curiosidades típicas de almanaque, como o do Capivarol, do Biotônico Fontoura... (já postei aqui texto sobre eles?)

Se alguém quisesse saber informações fundamentais para o nosso cotidiano, como qual o santo do dia (hoje, domingo, 15 de novembro, é dia de Santo Alberto Magno, Bispo e Doutor da Igreja), era só recorrer à Folhinha. Para muita gente, saber o santo da vez era fundamental. Houve época em que famílias colocavam o nome na criança de acordo com o santo do dia. Já conheci um “Eleutério” que se chama assim por ter nascido em 20 de fevereiro, dia do santo com este nome. Atualmente, este hábito está em franco desuso. Se a criança nasce em família, digamos, de poucos recursos financeiros, acaba recebendo nomes como “Jennyfer Chrystyany”, “Wanderglaysson” ou “Máicol”.
Mas a folhinha revela também em que lua estamos, quantos dias do ano já se passaram e quantos faltam para o 365o. Há também, ao longo dos dias, informações sobre educação, dicas de saúde e bem-estar, receitas culinárias, charadas, piadinhas levinhas, como: “Dois litros de leite atravessaram a rua e foram atropelados...Um morreu, o outro não, por quê? Porque um deles era Longa Vida”. Rá, rá...
E tem ainda curiosidades, na linha do “você sabia?”. Lembro que foi numa folhinha do Sagrado Coração que eu aprendi que muitos animais, como o cão, por exemplo, possuem a visão em preto e branco. Contudo, alguns bichos enxergam melhor do que o homem, inclusive conseguem ver uma parte dos raios infravermelhos, que lhes permite caçar durante a noite, já que um corpo emite raios infravermelhos conforme a sua temperatura.
Há, é claro, muitos textos religiosos católicos, trechos da Bíblia etc. E às vezes tem pagela do dia com “pensamentos edificantes” de autores diversos.
A próxima edição da Folhinha será a 71a., o que significa que ela está presente em vários lares desde 1940. Atualmente, a tiragem do calendário já está na casa dos 600 mil exemplares (já foi de mais de um milhão e 200 mil, nos anos 80).
Eu vou adquirir o meu exemplar de 2010, é claro. Só de ver aquela estampa, com a frase “Coração de Jesus abençoai este lar” já me traz boas lembranças de minha infância... Daquele tempo em que as luzes da casa eram acesas às 18h; nós, crianças, tínhamos que pedir a bênção aos mais velhos, tudo ao som de Julio Louzada e com o indefectível copo d’água ao lado do Rádio...

PteroMarco

::: Relembrado por Jack 2:36 PM

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Sábado, Novembro 07, 2009

Jonny Quest





Esta produção da Hanna-Barbera, foi ao ar pela primeira vez na TV americana, pelo canal CBS em 18 de setembro de 1964.

O desenho mostrava as aventuras de um garoto loiro tipicamente americano, chamado Jonny Quest, juntamente com seu pai o cientista Dr. Benton Quest, seu assistente e guarda-costas Roger "Race" Bannon e um garoto hindu chamado Hadji, além do sempre engraçado Bandit, o mascote da turma.

O Dr. Benton Quest era convocado para missões perigosas, a serviço do governo, sempre envolvendo ciência e mistério, além de espionagem. Roger, o guarda-costas, era uma espécie de babá dos meninos, sempre os salvando das enrascadas. Bandit, o cãozinho do grupo, curioso e muito assustado por natureza, era muitas vezes vítima de monstros e animais das selvas.

O desenho se tornou um grande clássico com o passar dos anos e em 1987 ganhou uma nova versão com 13 episódios que não tinham o charme do clássico de 1964.

Em 1996 e 1997 foram gravados novos episódios com um Jonny Quest mais adulto, porém perdeu-se totalmente a personalidade e o estilo da série original, além da mudança do traço dos personagens. O resultado final ficou muito aquém do que se esperava de um desenho com tantos recursos de roteiro como era a antiga série.

A-d-o-r-a-v-a este desenho... Santo Youtube, amém!

Jurassic Jack

::: Relembrado por Jack 7:43 AM

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