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Sítio Arqueológico



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"Se rugas têm de ser escritas na testa, não permita que se inscrevam no coração. O espírito jamais deve envelhecer" James Abram Garfield

Sábado, Outubro 31, 2009

James West no WWW





Quando a maravilhosa Ursula Andress saiu toda molhada das águas verdes do Caribe naquele biquini branco no primeiro filme do James Bond em 1963, ninguém imaginava o avalanche de filmes e seriados de cinema que invadiria todo o planeta depois disso.

Teve coisas sérias e dark como os de Harry Palmer (interpretado por Michael Caine), comédias como James Tont (Lando Buzzanca), Matt Helm (Dean Martin), Flint (James Coburn) – estes dois sempre rodeados de mulheres boazudas fossem elas inimigas ou aliadas. E um monte de seriados de tv como o impagável Agente 86, Agente da UNCLE, Os Destemidos, O Anjo (com o futuro James Bond, Roger Moore) etc etc. Quem é que não gostaria de estar no papel de um desses agentes secretos? Eu também! Estar cercado de lindas e perigosas mulheres e viajar por lugares exóticos e enquanto o Mal era exterminado do planeta.

Teve um seriado que eu não perdia. Final dos anos 60, início dos anos 70. Tinha espiões, inventores dos dois lados – dos mocinhos e dos bandidos, portanto podia ser ficção científica, mas a ação se passava no faroeste americano. Uma coisa que desafiava classificação. Era um faroeste? Era filme de espionagem? No original chamava-se Wild Wild West. No Brasil se chamou James West, o nome do persosagem principal interpretado pelo baixinho Robert Conrad. Em São Paulo passou inicialmente na antiga Excelsior (a Globo da época – a de maior audiência), mais tarde passou na Tupi, na Bandeirantes, na Record e na TVS. Lembram da sequência da abertura ?



Ross Martin fazia Artemus Gordon, o assistente de James West, sempre inventando geringonças para lutar contra as forças do mal e era também um mestre de disfarces. Um dos inimigos mais constantes era um anão, Michael Dunn, que fazia o papel do egomaníaco e diabólico Miguelito Loveless.

E a dupla sempre se metia em muitas brigas. Pelo menos duas sequências de brigas e outras situações de perigos em cada episódio. Os atores principais faziam questão de participarem eles mesmos dessas sequências. Vira e mexe estavam machucados. E essa violência foi o motivo do encerramento da série depois de quatro temporadas e 104 episódios. Isso porque o presidente da CBS se tinha comprometido com o governo a eliminar violência excessiva da sua programação. Olha, é uma explicação meio esdrúxula pois violência maior estava acontecendo no outro lado do mundo com o exército americano no Vietnam. E pela primeira vez o povo americano estava vendo os horrores da guerra ao vivo e a cores no aconchego de seus lares, na tevê, mas isso é asunto para um site mais sério do que esse daqui...

James West foi um excelente veículo escapista, que curti muito, em que o bem sempre prevalecia. Já o filme que fizeram do Wild Wild West em 1998 ou 1999 com Will Smith e Kevin Kline mudou tanto, que foi um insulto aos que acompanharam a série na tevê ...

Para saber mais sobre este seriado, visite este site.

::: Relembrado por gaijin4ever 4:38 AM

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Domingo, Outubro 25, 2009

DOZE ANOS



Alguns compositores têm o dom de transpor para suas letras momentos do cotidiano com uma clareza tamanha, que fica muito fácil para qualquer um se identificar com aquelas palavras.
O Chico Buarque, por exemplo, tem uma música exatamente com esse título – Cotidiano (1971) – que é incrível. Tem também uma outra composição sua menos conhecida, que acho muito legal, do disco Ópera do Malandro (1979), chamada Doze Anos.
Essa música é o tema do meu post de hoje.

Doze Anos (Chico Buarque) (clique para ouvir na Rádio UOL)

Ai, que saudades que eu tenho
Dos meus doze anos
Que saudade ingrata
Dar banda por aí
Fazendo grandes planos
E chutando lata
Trocando figurinha
Matando passarinho
Colecionando minhoca
Jogando muito botão
Rodopiando pião
Fazendo troca-troca

Ai, que saudades que eu tenho
Duma travessura
O futebol de rua
Sair pulando muro
Olhando fechadura
E vendo mulher nua
Comendo fruta no pé
Chupando picolé
Pé-de-moleque, paçoca
E, disputando troféu
Guerra de pipa no céu
Concurso de piPoca
(*)

(*)Na letra original não é concurso de “pipoca”. O Chico trocou uma letrinha nessa versão mais light, mas quem quiser pode ver e ouvir um trecho da peça Ópera do Malandro com a letra original aqui mesmo.


Essa letra do Chico fala da infância de qualquer moleque dos anos cinquenta ou sessenta. A começar pelo diálogo entre ele e Moreira da Silva, logo no início da gravação, que aborda o “teste da farinha”. Pura sacanagem, mas quem tem menos de 40 anos de idade provavelmente nem sabe do que se trata.
Vejamos os pontos comuns entre a minha infância e a canção:
- Eu também fiz muitos planos, grandes e pequenos.
- Eu chutei lata e vivia com o dedão arrebentado.
- Trocar figurinhas era habitual. Eu tinha centenas de repetidas para esse fim.
- Matar passarinho... Uma das minhas recordações mais dolorosas é a de quando vi no chão o passarinho que matei com uma espingardinha de pressão. Primeiro e único. Dali em diante a espingarda só foi usada para tiro ao alvo com setinhas. Com o estilingue eu era péssimo e não acertava nada, apesar de treinar muito em lagartixas e calangos com a minha munição de bolotas de mamona.
- Nunca colecionei minhoca, nem conheci alguém que colecionasse... Exceto o Bolinha, da Luluzinha, que tinha uma caixa cheia, lembram?
- Jogar botão era um dos meus passatempos prediletos numa determinada época. Tinha botões de todos os tipos e tamanhos. Era uma coisa meio bagunçada, mas era legal.
- Rodar pião já era uma coisa mais elaborada. Eu tinha piões de diferentes cores e formatos, para diferentes finalidades. Os “batatinhas” eram para brincar, rodar na mão, na unha... Os maiores, de ponta afiada no esmeril, eram para as disputas de tirar da roda ou rachar o pião do adversário.
- “Fazendo troca-troca”... A descoberta do sexo e da própria sexualidade. Foi nessa época.
- Travessuras... Fiz muitas, mas nenhuma muito séria.
- Futebol de rua... Joguei também, apesar de ser um perna-de-pau. Minha turminha era mais privilegiada, tínhamos um campinho de terra.
- Pular muro era comum. Tínhamos vários atalhos passando por quintais vizinhos.
- “Olhando fechadura e vendo mulher nua”... Hummm... A empregada do meu amigo de infância, João O., foi muito observada em seus banhos. Detalhe: ela sabia e colaborava! ;)
- “Comendo fruta no pé”... Uma das minhas mais deliciosas lembranças de infância, sem dúvida, é essa.
- “Chupando picolé... Pé de moleque, paçoca”... Saudades dos picolés de milho verde e creme holandês...
- “Guerra de pipa no céu”... Por incrível que pareça, na minha época em Sorocaba não havia muita guerra, apesar de muita pipa. Havia uma coexistência pacífica nos ares.
- “Concurso de pi_oca”... Na realidade, fazíamos concurso de tudo naquela época, qualquer coisa era pretexto. De cuspe à distância, de arroto mais alto, de peido... E esse citado na música era somente mais um.
Mas nunca ganhei troféu.

Nos meus doze anos eu estava cursando o ginasial em Sorocaba e dois anos depois viria para o Rio de Janeiro.
Guardo muitas saudades desse tempo.

Grande Chico, obrigado.

::: Relembrado por Paulo 11:20 PM

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Segunda-feira, Outubro 19, 2009

A TV que te viu



Estava eu zanzando pela Internet, quando me deparei com um site que me fez sentir o gosto de Mentex na boca, misturado com um copo de Crush geladinho, arrematado com um punhado de biscoitos salgadinho Piraquê.
Querem saber o que me provocou todas estas "madeleines"? O site Mofolândia.

O nome é meio esquisitão, mas o conteúdo... Se você tem mais de 40 anos, se você é do tempo em que se colocava bombril na ponta da antena para melhorar a imagem, em algum momento você vai fazer "hummmmm...", quando explorar o site. Agora imagina o rapaz aqui, declaradamente admirador de antigos seriados e desenhos (não sei se vocês já repararam...), se deparando com fotos e curiosidades de séries como: "Aventuras Submarinas" (vou confessar uma coisa a vocês: quando eu via este seriado queria ser o "Mike Nelson" quando crescesse. Cheguei a pedir para a minha mãe me matricular num curso de mergulhador), "Agente Fantasma" (meus vizinhos sofriam com aquele moleque "ninja" que vivia trepando nos muros, aparecendo subitamente na frente deles...a gente faz cada merda quando é criança, não é?),

"Guerra, Sombra e Água Fresca" (Quem se lembra do capitão nazista gritando, irado: "Hogaaaaaan!"), "Brasinhas do espaço" (este era um desenho. Lembram do "Escoteiro", "Sábio", "Xereta", "Jenny" e o cão "Estrelinha"?), "Carangos e Motocas" (Outro desenho. Willie contra a Turma do Chapa. E o bordão: "Eu te disse, não disse? Eu te disse, eu te disse...").
*
Pois lá tem tudo isso e muito mais!

Lá, fiquei sabendo de informações absolutamente úteis para a minha vida.
Vocês estão rindo? Como é que eu nunca pude perceber o que a "Endora" (mãe da "Samantha", a Feiticeira), a "Wilma Flintstone" e a "Maureen Robinson" (a mãe da família do "Perdidos no Espaço") tem em comum? Vocês sabem?

A dubladora.
Todas foram dubladas por Helena Samara. Depois que eu li a entrevista dela no site, onde ela revelou os personagens que dublou, passei mentalmente as vozes deles na minha mente e vi que era óbvio. Só eu não tinha percebido.
*
Ah! O site também tem uma coisa que eu adoro.
Trívia. Ou Quiz, se quiserem.
Das 20 perguntas que tem lá, só acertei oito. Meio fraco, né? Vai lá e vê se você faz um escore maior e depois me conta.
*
Acreditem: o site merece uma visita prolongada. Depois que eu saí dele, desliguei o computador, e várias musiquinhas daquela época começaram a tocar nos alto-falantes da minha mente. E eu passei o resto da tarde cantarolando coisas como:

"Capitão América lança seu escuuuuuudo..."

PteroMarco

::: Relembrado por Jack 8:58 AM

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Segunda-feira, Outubro 12, 2009

Lembranças infantis




Lembro do muro no qual ficava na infância, brincando com a garotada do prédio vizinho.
Lembro dos tombos e dos machucados de joelho que minha mãe colocava mercúrio-cromo.
Lembro das broncas da minha mãe.
Lembro de anáguas e combinações que pinicavam.
Lembro da vizinha fofoqueira.
Lembro de catar conchinhas na praia.
Lembro de sentarmos nos bancos da praia para secarmos o bumbum para não molhar o estofamento do carro.
Lembro do sorvete Kibon que era vendido em carrocinhas.
Lembro de que quando tinha dor de garganta, mamãe pincelava minha garganta com Colubiazol. E não era spray ainda não!
Lembro de quando essa garganta estava inflamada, nada de sorvete, só pirulito. Que eram colocados ao redor da beirada dessa mesma carrocinha da Kibon. Alguém mais se lembra disso?
Lembro da amarelinha, da cabra cega, do esconde-esconde, da queimada e do passa anel.
Lembro das imagens do caleidoscópio. Que coisa linda! Visão pré-psicodélica!
Lembro de brincar de escolinha na escadaria do apartamento sobreposto.
Lembro que por causa disso, queria ser professora.
Lembro da primeira edição televisiva do Sítio do Pica Pau Amarelo.
Lembro que viajar para São Paulo era quase uma aventura. E parecia muito mais longe do que na verdade é.
Lembro das pecinhas de madeira que fazíamos castelos medievais.
Lembro do Lig-Lig e dos Pinos Mágicos.
Lembro do meu macaquinho de pelúcia (pois é, o meu não era um ursinho).
Lembro do Conga azul que usava para ir à escola.
Lembro dos chicletes cor de rosa que tinham um aroma delicioso. Mas não era ainda o Ping-Pong. Ainda não, pois acho que sou mais velha do que eles.
Lembro das sessões de cinema matinais onde minha mãe me levava para ver Tom & Jerry.
Lembro também da bruxa horrorosa do filme Cinderela da Disney.
Lembro de comprar drop’s Dulcora quando ia ao cinema (hortelã, tutti-fruti ou aniz).
Lembro de meu cachorro Pingo, que minha mãe mandou embora porque comeu as roupas do varal.
Lembro da minha vitrola Sonata. A minha era vermelha. Da casa da minha avó era igualzinha, só que verde.
Lembro dos disquinhos coloridos de estórias, da minha irmã.
Lembro das brigas de criança e que a gente corria pra saia da mãe.
Lembro da saia rodada xadrez da professora do Jardim da infância.
Lembro da horta e da gruta que tínhamos dentro da escola.
Lembro do anfiteatro que encenávamos as peças e na qual nos formamos no curso primário.
Lembro da freirinha que era nossa diretora.
Lembro da saia azul marinho plissada da escola, que foi substituída pela cinza sem pregas. Lembro de dobrá-las na cintura, para que ficassem mais curtas.
Lembro das meias 3/4 brancas. Que quando começavam a perder o elástico, davam um trabalho danado para mantê-las abaixo do joelho.
Lembro do uniforme de educação física que tinha um ridículo calção vermelho por baixo da curta sainha branca plissada.
Lembro que íamos à escola com blusas de tergal brancas, com o distintivo da escola colado no bolso.
Lembro do aventalzinho xadrez branco e rosa do Jardim da Infância.
Lembro das medalhas que usavam os três primeiros colocados da classe.
Lembro das lições e do caderno de caligrafia.
Lembro de ter que decorar poesias para apresentações no pátio da escola. Já tinha então muita dificuldade para isso.
Lembro do sapato preto de amarrar, quase masculino que usávamos no Primário.
Lembro de ouvir rádio que funcionavam ainda a energia elétrica.
Lembro das garrafas de refrigerantes de vidro com tampinhas.
Lembro do guaraná caçula e da Coca-cola família.
Lembro dos vestidos-tubinho.
Lembro das fitas e arcos que usávamos nos cabelos.
Lembro da touca que fazia todos os dias por ter cabelos crespos.
Lembro dos shorts sociais que usávamos com bota até os joelhos.
Lembro dos conjuntos de Banlon e Bouclé que usávamos com saias ou calças compridas.

Feliz dia das crianças! Lembranças tão vivas na minha memória, que às vezes acho que ainda sou uma...

Jurassic Jack

::: Relembrado por Jack 8:00 AM

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Terça-feira, Outubro 06, 2009

A Era Dourada dos Seriados e Gibis



As minhas maiores diversões quando menino eram o cinema e os gibis. Televisão? Tinha disso não. Ia levar mais duas décadas para chegar em Duartina. Foi a época de ouro dos filmes e dos gibis! Você está de brincadeira, dirão vocês. Um assunto controverso pois cada um de vocês vão dizer que não, que é isso, a verdadeira idade de ouro foi quando vocês viveram a sua infância... Os nossos filmes e as revistas eram os melhores, autênticos, únicos, diremos todos nós.

Deixemos de lado essa discussão e falemos da minha época de ouro! Os filmes, mas principalmente os seriados que eram exibidos nas matinês de domingo no interior de São Paulo há mais ou menos 50 anos, mas que na maioria foram produzidos nas décadas anteriores, trazem doces lembranças para esse dinossauro. O senhor Steven Spielberg deve ter visto alguns dos mesmos seriados. Ele passou toda aquela atmosfera dos seriados, os inacreditáveis perigos um atrás do outro, nos seus filmes, em que heróis como Indiana Jones se safava copiando as mesmas soluções encontradas pelos velhos heróis das antigas mini-séries americanas. O exemplo taí abaixo num filme "redirigido" por Whoiseyevan nos moldes de um seriado antigo.



As minhas memórias estão bastante embaçadas pelo tempo mas lembro de heróis ou vilões desses seriados como os de Flash Gordon, Fu Man Chu, Comando Cody e tantos outros que foram deletados do meu memory chip. Comando Cody podia ser também o Rocket Man, que tinham nomes diferentes, mas usavam exatamente a mesma roupa e capacete “espaciais” o que ajuda a confundir as minhas lembranças um pouquinho mais.

Eu também devorava gibis, que comprava na única banca de revistas da cidade ou lia na casa de amigos. Fantasma, Mandrake, Cavaleiro Negro, Flecha Ligeira, Don Chicote, Tarzan, além do Capitão Marvel e Super Homem eram os mais populares. Tudo isso era o material literário-educativo que nos preparava para a importante missão de sermos os cidadãos do Brasil, gigante do futuro. Isso incluia valores morais, código de honra, coragem e também postura assexuada dos heróis (epa!), que sempre tinham algo mais importante como objetivo final, defender os fracos e oprimidos e derrotar os vilões.

As mulheres coitadinhas, quando apareciam eram eternas namoradinhas ou noivas, figuras decorativas ou constantemente em perigo. Veja a Narda do Mandrake, se bem que hoje, acho que havia algo rolando entre o mágico e o seu ajudante, um negrão aristocrático que andava todo o tempo semi nu, o Lothar. Narda só conseguiu levar o Mandrake para o altar depois de 64 anos (Mandrake conseguiu a façanha de enrolar o namoro de 1934 a 1998!) para acabar de vez com as fofocas maldosas. A Mirian (ou Lois) Lane não se cansava de dar em cima do Super Homem, a Diane Palmer vivia viajando para Bengala, na selva africana encontrar com o Fantasma na sua famosa Caverna e nada... Ou então eram vilãs, as representantes do mal. Já Batman e Robin ... aí é assunto para um outro papo.

E os gibis de hoje? São mais avançados graficamente, usando toda tecnologia às suas mãos, mais violentas, aparentemente sem nenhuma mensagem positiva. Muita gente torce o nariz, mas são mudanças que teriam de acontecer. Afinal o produto final tem que adaptar aos gostos da nova geração de leitores. Da mesma forma que os filmes, que exageram em efeitos especiais mas agradam, ao meu ver, ao pouco exigente mercado, sendo tudo nivelado lá em baixo.
E tenho certeza que os meninos de hoje vão afirmar mais pra frente, que essa é a idade de ouro dos filmes, revistas e games.


Aqui, um trailer do Capitão América:



Primeiro video: Trailer do Raiders of the Lost Ark foi recriado por whoiseyevan, como se fosse um dos seriados da minha infância. Mais “refilmagens” hilários no site dele.
Segundo video: Trailer original de um dos seriados do Capitão America.

Fotos daqui e também daqui.


Atualização: Pra ficar bem claro que o trailer do Raiders of Lost Ark é um fake, aqui estão as explicações do jovem “diretor” explicando quadro a quadro como e onde ele encontrou as “inspirações” do senhor Spielberg. Utilize o botão de pausa pois as imagens mudam muito rapidamente.


::: Relembrado por gaijin4ever 1:24 AM

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